Correspondência Violada
Márcio, passei na sua sala mas você não estava. Escrevi uma mensagem na sua caneca de café com marcador. Diz assim, em letra de mão: Paulinho da Viola sempre tem razão!
Mando esse bilhetinho no caso de você não reconhecer mais minha grafia. E se o café estiver com gosto estranho, me perdoe. Não resisti.
Foram três gotinhas de um bom rum cubano que eu ganhei de um pirata bonito nas minhas voltas pelo mundo. E uma lágrima antiga mas ainda boa, que eu chorei ao me despedir, enfim, de Marco Pólo.
Ana
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