Archive for October, 2009
…e não há nada que você possa fazer a respeito.
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Acordes na trave, notas semitonadas.
(Se fosse perfeito, não seria sobre nós dois.)
Constatação
Essa recente necessidade de me fazer entender matou meus poemas.
1 commentMotivações
Não ter escolha nunca deveria ser uma opção.
Eu simplesmente odeio “ter que”.
Imã
Atrativa, depois repulsiva. Ou vice-versa.
Infelizmente, nunca apenas um dos dois.
Sobre a palavra
Um dos perigos da minha extrema sinceridade é ter o que eu digo entendido como uma verdade, quando é somente o modo como eu observo, percebo, interpreto e sinto as coisas.
2 commentsPedacinhos
Perguntou-me porque eu tinha voltado com aquele risinho besta na cara. Respondi que era o poder relaxante de uma fodinha rápida na escada. Ele deu uma gargalhada.
Lógico que era uma piada.
Eu não queria dividir aquele momento. Dizer a verdade podia permitir que me escapasse dos lábios o paladar adocicado daquela visita repentina; aquele gosto acolhedor de chocolate quente, canela e carinho.
(Não me posso permitir distrair: essas alegrias são esporádicas e sempre altamente perecíveis.)
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