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	<title> &#187; Poesia</title>
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		<title>Outono/Inverno</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jan 2012 20:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anamangeon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: &#8220;erramos de sombra&#8221; Sugestão de Lois Lancaster A alma outonal visita antigas paisagens onde folhas e ondas dançavam ignorando minha ansiedade. Eu lembro da espera. Eu lembro da longa espera. E pensando em nós, nos revisito. O perfume dos cabelos escondidos. as mãos suadas, renegando as luvas. Nossos lábios salivantes rachados pela temperatura. Espíritos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Tema: &#8220;erramos de sombra&#8221;<br />
Sugestão de Lois Lancaster</em></p>
<p>A alma outonal<br />
visita antigas paisagens<br />
onde folhas e ondas<br />
dançavam<br />
ignorando minha ansiedade.</p>
<p>Eu lembro da espera.<br />
Eu lembro da longa espera.<br />
E pensando em nós,<br />
nos revisito.</p>
<p>O perfume dos cabelos escondidos.<br />
as mãos suadas, renegando as luvas.<br />
Nossos lábios salivantes<br />
rachados pela temperatura.</p>
<p>Espíritos nus sob a lã escura<br />
em busca de qualquer poesia,<br />
de alguma outra verdade,<br />
que nos fizesse possíveis</p>
<p>Penso nos passos<br />
Ouço a crocância das folhas secas<br />
Lembro da arvore infinta<br />
que nos ouviu declamar todos Beats<br />
e testemunhou todas as nossas juras.</p>
<p>Dizem que na nossa ausência<br />
apodreceu e ruiu.<br />
deixando um toco incomodo,<br />
relutante, emergindo da terra.<br />
E sua silhueta triste, tatuada<br />
naquele chão onde a grama nunca cresceu.</p>
<p>Um tanto como nós,<br />
Um tanto como esse<br />
nosso sentimento inerte<br />
cravado no peito<br />
jazendo ao sabor do tempo.</p>
<p>Mas nós não deixamos marcas<br />
Não deixamos nenhum legado.<br />
E sucumbimos estragados,<br />
mas sem causar grandes estragos.</p>
<p>Penso.</p>
<p>Penso em nós<br />
Nos outonos de nós.<br />
No que ficou de nós<br />
E concluo:<br />
Acertamos de árvore<br />
Mas erramos de sombra.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2012, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>anamangeon</a>. All rights reserved. </p>
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		<title>Um poema por dia &#8211; Dia 2</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Jan 2012 17:13:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anamangeon</dc:creator>
				<category><![CDATA[1 poema por dia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: pessoas que falam a mesma língua mas não se entendem (metaforicamente ou não) Sugestão do Zeh Fernando. Ruídos de comunicação Eu flerto com rima maluca Ele responde em dialeto aramaico Eu armo meu verso arapuca: &#8220;Eu te amo&#8221;- no melhor grego arcaico Ele pensa saca o que eu digo Eu me iludo que o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tema: pessoas que falam a mesma língua mas não se entendem (metaforicamente ou não)<br />
Sugestão do Zeh Fernando.</p>
<p><strong>Ruídos de comunicação</strong></p>
<p>Eu flerto com rima maluca<br />
Ele responde em dialeto aramaico<br />
Eu armo meu verso arapuca:<br />
&#8220;Eu te amo&#8221;- no melhor grego arcaico</p>
<p>Ele pensa saca o que eu digo<br />
Eu me iludo que o compreendo<br />
Que bom seria entender-mo-nos falando<br />
Tão bem quanto nos entendemos fazendo.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2012, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>anamangeon</a>. All rights reserved. </p>
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		<item>
		<title>Um poema por dia &#8211; Dia 1</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jan 2012 19:20:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anamangeon</dc:creator>
				<category><![CDATA[1 poema por dia]]></category>

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		<description><![CDATA[Tema: Pum no elevador Sugerido por Marlos Oliveira 25º andar Ansiava, eu, pela viagem Da terra rumo ao firmamento E a contagem regressiva anunciava O pouso da nave, ali, a qualquer momento. Abriram-se as portas. Atropelou-me, a manada. E chacoalhado pelo movimento, eu rodopiava franzino. Puxou-me pela mão, minha mãe, irritada &#8220;-Se mexe ou eu [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tema: Pum no elevador<br />
Sugerido por Marlos Oliveira</p>
<p><strong>25º andar</strong></p>
<p>Ansiava, eu, pela viagem<br />
Da terra rumo ao firmamento<br />
E a contagem regressiva anunciava<br />
O pouso da nave, ali, a qualquer momento.</p>
<p>Abriram-se as portas. Atropelou-me, a manada.<br />
E chacoalhado pelo movimento, eu rodopiava franzino.<br />
Puxou-me pela mão, minha mãe, irritada<br />
&#8220;-Se mexe ou eu te largo aí, fiapo de menino!&#8221;</p>
<p>Em silêncio, os passageiros viajavam;<br />
olhos para o chão, abstração dos artelhos<br />
Eu, miúdo, seus rostos mirava<br />
do meu ângulo, à altura de seus joelhos.</p>
<p>Aproximava-se, o nosso destino.<br />
Eu percebi uma mudança no ar.<br />
E quando eu já nem podia respirar<br />
todos notaram o odor assassino.</p>
<p>A moça gorda, colou-se na porta<br />
na esperança de salvadora brisa<br />
O executivo levantou a gola<br />
para filtrar o ar com a camisa.</p>
<p>A madame reclamava entre os dentes<br />
&#8220;-Eta povinho mal educado!&#8221;<br />
Entreolhavam-se, agonizando, os presentes<br />
tentando encontrar um culpado.</p>
<p>Um velho tossia de quando em quando<br />
feito um peixe que pulou do aquário.<br />
&#8220;-Só mas um pouco, estamos chegando&#8221;<br />
minha mãe dizia, agarrada ao rosário.</p>
<p>Tocou a sineta. “-Chegamos!&#8221;<br />
vibrou com emoção, o velho sufocado<br />
Saímos todos juntos, um bloco humano<br />
com futum de lixo compactado.</p>
<p>Minha mãe, aliviada, agora ria<br />
perguntando-se que fedentina era aquela.<br />
Foi aí que eu, orgulhoso da picardia,<br />
mostrei-lhe a minha mão amarela.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2012, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>anamangeon</a>. All rights reserved. </p>
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		<title>Desmedida</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Nov 2011 14:45:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anamangeon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu que sempre fui balança, arreio, bússola, termostato, régua e conta-gotas esqueci-me das medidas. Fiz-me um cata-vento e, contente, fui para a rua ignorando que o vento não avisa quando vai mudar de direção. &#169; 2011, anamangeon. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu que sempre fui<br />
balança, arreio, bússola,<br />
termostato, régua e conta-gotas<br />
esqueci-me das medidas.<br />
Fiz-me um cata-vento<br />
e, contente, fui para a rua<br />
ignorando que o vento<br />
não avisa quando vai mudar de direção.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2011, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>anamangeon</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Rosário</title>
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		<pubDate>Sun, 09 Oct 2011 22:06:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anamangeon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Confissões]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a conta na ponta dos dedos, feliz e ao pecado entregue, rezo a Deus para que assim me guarde e peço ao Diabo lhe carregue. &#169; 2011, anamangeon. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com a conta na ponta dos dedos,<br />
feliz e ao pecado entregue,<br />
rezo a Deus para que assim me guarde<br />
e peço ao Diabo lhe carregue.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2011, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>anamangeon</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		<title></title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 00:37:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>anamangeon</dc:creator>
				<category><![CDATA[Confissões]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Aí, me bate aquela saudade da vida como ela era. Ou como não era mas, quem dera, fosse. &#169; 2011, anamangeon. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aí,<br />
me bate<br />
aquela saudade<br />
da vida<br />
como ela<br />
era.</p>
<p>Ou como<br />
não era<br />
mas,<br />
quem dera,<br />
fosse.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2011, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>anamangeon</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Deixas perdidas</title>
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		<comments>http://www.anamangeon.com/blog/2010/09/07/deixas-perdidas/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Sep 2010 23:06:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autobiografia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Desligou dizendo que me adora. Antes que sentisse pena. Antes de ter vontade. Antes que eu lhe segredasse que o único amor que liberta, é o amor próprio. &#169; 2010 &#8211; 2012, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desligou<br />
dizendo que me adora.<br />
Antes que sentisse pena.<br />
Antes de ter vontade.<br />
Antes que eu lhe segredasse<br />
que o único amor que liberta,<br />
é o amor próprio.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2010 &#8211; 2012, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Criptografia</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2010/08/04/criptografia/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=criptografia</link>
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		<pubDate>Wed, 04 Aug 2010 02:52:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Confissões]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Na intenção negada, uma vontade contida. Nos reprimidos verbos, interpretação e contexto. No que não dizemos, a poesia atrevida. - Tatuei beijos por todo o corpo desse texto. ** &#169; 2010 &#8211; 2011, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na intenção negada,<br />
uma vontade contida.<br />
Nos reprimidos verbos,<br />
interpretação e contexto.<br />
No que não dizemos,<br />
a poesia atrevida.<br />
- Tatuei beijos<br />
por todo o corpo<br />
desse texto.</p>
<p>**</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2010 &#8211; 2011, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Ceticismo</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2010/02/16/ceticismo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ceticismo</link>
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		<pubDate>Tue, 16 Feb 2010 06:52:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anamangeon.com/blog/?p=1271</guid>
		<description><![CDATA[Quando peço verdades, tu me vens com teus dilemas; E quando quero discurso, perpetuas teu silêncio; Mendigo certezas, tu me dás estratagemas; Confusa, contento-me com o que nem sei se tenho. Preciso saber, mas não me queres contar. Quero entender, mas não tens explicação. Inconvicto, tu me deixas muito solta. E atormentado pela dúvida, o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando peço verdades,<br />
tu me vens com teus dilemas;</p>
<p>E quando quero discurso,<br />
perpetuas teu silêncio;</p>
<p>Mendigo certezas,<br />
tu me dás estratagemas;</p>
<p>Confusa, contento-me<br />
com o que nem sei se tenho.</p>
<p>Preciso saber,<br />
mas não me queres contar.</p>
<p>Quero entender,<br />
mas não tens explicação.</p>
<p>Inconvicto,<br />
tu me deixas muito solta.</p>
<p>E atormentado pela dúvida,<br />
o meu amor te escapa.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2010, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>RnB</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2009/12/26/rnb/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=rnb</link>
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		<pubDate>Sun, 27 Dec 2009 00:42:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.anamangeon.com/blog/?p=1234</guid>
		<description><![CDATA[Na sessão de livros de arte, &#8220;he is not my man&#8221;. Vendo a banda de jazz tocando na chuva, &#8220;he is not my man&#8221;. Tentando não desviar do olhar do moço bonito, &#8220;he is not my man&#8221;. E nas cores, na neve, na lama, nas lembranças, no resistir à esperança, &#8220;he is not my man&#8221;. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na sessão de livros de arte, &#8220;he is not my man&#8221;.<br />
Vendo a banda de jazz tocando na chuva, &#8220;he is not my man&#8221;.<br />
Tentando não desviar do olhar do moço bonito, &#8220;he is not my man&#8221;.<br />
E nas cores, na neve, na lama, nas lembranças, no resistir à esperança, &#8220;he is not my man&#8221;.<br />
No metrô, nas esquinas, na noite, no desconforto da minha cama, &#8220;he is not my man&#8221;.</p>
<p>E &#8220;he is not my man&#8221; nas horas doces, nas horas tolas.<br />
&#8220;He is not my man&#8221; na paz que só encontra comigo.<br />
&#8220;He is not my man&#8221; dormindo ao meu lado.<br />
&#8220;He is not my man&#8221; sorrindo, sonhando acordado.<br />
&#8220;He is not my man&#8221; na hora do apuro.<br />
&#8220;He is not my man&#8221; quando eu sou seu porto seguro.</p>
<p>Repito para mim, vinte, cem, mil vezes:<br />
(quase me convenço)<br />
He is not my man.<br />
he is not my man.<br />
he is not my man.</p>
<p>Eu sei:<br />
he is not my man&#8230;<br />
Mas também sei<br />
(So, I say)<br />
I&#8217;m hopelessly his women.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2009, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Relógio Antigo</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2009/11/28/relogio-antigo/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=relogio-antigo</link>
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		<pubDate>Sat, 28 Nov 2009 02:12:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[No encontro dos ponteiros seu badalar me golpeia: -Sozinha, moça, toda noite há de ser meia. &#169; 2009, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No encontro dos ponteiros<br />
seu badalar me golpeia:<br />
-Sozinha, moça,<br />
toda noite há de ser meia.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2009, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Versinho Triste</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2009/05/27/versinho-triste/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=versinho-triste</link>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 14:23:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Autobiografia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[De meu encontro com todos eles tiro sempre a mesma lição: Todo sangue que ferve nas veias hoje amanhã vira lágrima em erupção. &#169; 2009, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De meu encontro com todos eles<br />
tiro  sempre a mesma lição:<br />
Todo sangue que ferve nas veias hoje<br />
amanhã vira lágrima em erupção.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2009, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Ella</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Mar 2009 04:06:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nomes]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu a venero pela sua força. Eu a julgo, porque me assemelho Infante na lida, errante na vida. Ella é comum diante do espelho. &#169; 2009, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu a venero<br />
pela sua força.<br />
Eu a julgo,<br />
porque me assemelho</p>
<p>Infante na lida,<br />
errante na vida.</p>
<p>Ella é comum<br />
diante do espelho.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2009, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Rosa Desmaiada</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Dec 2008 20:23:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Respiro memórias tristes. Evito olhares, tapo os ouvidos. Embriago-me com magias líquidas e outros alcoóis paliativos. Escapo pelas tangentes. Plano pelas escadas e escorrego entre seus dedos. Testo o fio de minhas farpas desafiando a agudez dos seus espinhos. Penando, como perdida alma, vagueio pelas horas frágeis e desbravo corações vazios. Mato, morta de pena. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Respiro memórias tristes.<br />
Evito olhares, tapo os ouvidos.<br />
Embriago-me com magias líquidas<br />
e outros alcoóis paliativos.</p>
<p>Escapo pelas tangentes.<br />
Plano pelas escadas<br />
e escorrego entre seus dedos.</p>
<p>Testo o fio de minhas farpas<br />
desafiando a agudez dos seus espinhos.</p>
<p>Penando, como perdida alma,<br />
vagueio pelas horas frágeis<br />
e desbravo corações vazios.</p>
<p>Mato, morta de pena.<br />
E me sinto plena:<br />
mais de mágoa que de mim.</p>
<p>Eu sou assim:</p>
<p>Loquaz, mesmo jazendo muda.<br />
Enorme, mesmo que tão pequena.<br />
Inerte, mesmo que em dor aguda<br />
Louca, a esmaecer serena.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Promessas Vãs</title>
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		<pubDate>Sun, 30 Nov 2008 03:23:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[suspiros]]></category>

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		<description><![CDATA[Onde está a sua mão agora, que eu eu tenho medo? &#169; 2008, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Onde está a sua mão<br />
agora, que eu eu tenho medo?</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Musa</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2008/11/19/musa/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=musa</link>
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		<pubDate>Thu, 20 Nov 2008 05:38:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nomes]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ela é feliz. Ela lhe ama. Ela vem de trem. Vem sem bagagem, não traz tristezas. Seu nome é Dulce. E ela é um verso de amor. &#169; 2008, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ela é feliz.<br />
Ela lhe ama.<br />
Ela vem de trem.</p>
<p>Vem sem bagagem,<br />
não traz tristezas.</p>
<p>Seu nome é Dulce.<br />
E ela é um verso de amor.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		<title>Câmara Escura</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2008/10/16/camara-escura/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=camara-escura</link>
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		<pubDate>Fri, 17 Oct 2008 04:12:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Do filme velado Revela-se, tranqüila, a constatação: Serei sempre aquela Que tu desejas jamais querendo. Serás sempre aquilo que não quero mais, mas continuo desejando ao extremo. &#169; 2008, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Do filme velado<br />
Revela-se, tranqüila,<br />
a constatação:</p>
<p>Serei sempre aquela<br />
Que tu desejas<br />
jamais querendo.</p>
<p>Serás sempre aquilo<br />
que não quero mais,<br />
mas continuo desejando ao extremo.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
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		<title>Dupla-face</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2008/08/16/dupla-face/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=dupla-face</link>
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		<pubDate>Sun, 17 Aug 2008 05:24:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Confissões]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu sempre amo anjos tortos, anjos caídos, anjos banais. Eu amo sempre anjos enrustidos que me amam em bondades sazonais. Amo também demônios canibais de salivas peçonhentas e secreções febris. E pobres diabos, submissos e leais, resignados com os seus remorsos servis. Porém, o que nessa vida mais amo, o que mais venero e o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre amo anjos tortos,<br />
anjos caídos, anjos banais.<br />
Eu amo sempre anjos enrustidos<br />
que me amam em bondades sazonais.</p>
<p><span lang="PT-BR">Amo também demônios canibais<br />
de salivas peçonhentas e secreções febris.<br />
E pobres diabos, submissos e leais,<br />
resignados com os seus remorsos servis.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Porém, o que nessa vida mais amo,<br />
o que mais venero e o que mais cortejo,<br />
é a humanidade inóspita do ser humano<br />
quando há de escolher entre a razão e o desejo.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">O ser humano, pleno de seus problemas,<br />
no desafogo, quando a alma não se consola<br />
Morde quem lhe apazigua seus dilemas<br />
Beija a boca, depois cospe e se desola.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Eu sempre amo anjos de humores lábeis:<br />
Hora cândidos, hora veementes<br />
E amo anjos de vaidades frágeis<br />
que conforto em meus braços inconsistentes.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">E, por fim, amo -como tanto amor eu ouso?-<br />
Homens. E lhes amo, com tanta voracidade<br />
que lhes largo a casca na ilusão do repouso<br />
enquanto carrego suas almas pela cidade.</span></p>
<p><span lang="PT-BR">Amo a inscicía confiante dos demônios.<br />
Amo a eruptiva verve dos ímpetos seus.<br />
E amo a ingenuidade patética dos anjos<br />
que me amam, depois pedem perdão a Deus.</span></p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Por e-mail</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2008/07/26/por-e-mail/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=por-e-mail</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Jul 2008 20:12:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Ah&#8230; eu não sumo. Eu me mantenho em movimento. Eu sou feliz assim, (quase sempre): Só como a liberdade e livre como o vento. &#169; 2008, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ah&#8230;<br />
eu não sumo.<br />
Eu me mantenho<br />
em movimento.</p>
<p>Eu sou feliz assim,<br />
(quase sempre):</p>
<p>Só como a liberdade<br />
e livre como o vento.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Hurray!</title>
		<link>http://www.anamangeon.com/blog/2008/07/22/hurray/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=hurray</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 05:23:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>ana</dc:creator>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Um viva para as pálpebras que me fazem não ver, para os fones que me permitem não escutar, para o tempo que um dia vai lhe arrancar de mim. Me libertar de você. &#169; 2008, ana. All rights reserved.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um viva<br />
para as<br />
pálpebras<br />
que me<br />
fazem<br />
não ver,<br />
para os<br />
fones<br />
que me<br />
permitem<br />
não escutar,<br />
para o<br />
tempo<br />
que um dia<br />
vai lhe<br />
arrancar<br />
de mim.<br />
Me<br />
libertar<br />
de você.</p>
<p style='text-align:left'>&copy; 2008, <a href='http://www.anamangeon.com/blog'>ana</a>. All rights reserved. </p>
]]></content:encoded>
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